“Stress”, a nova epidemia

Vivemos em um tempo de desafios. De informações, demandas e prazos a serem cumpridos, apelos publicitários, formas, cores, etc. Excessos que muitas das vezes camuflam faltas com as quais tememos nos confrontar. No mercado de trabalho, os constantes desafios e as rápidas mudanças contribuem para o surgimento de “epidemias de stress negativo”.

Com o passar do tempo, a sobrecarga pode se converter em doenças graves. O maior problema não é o excesso ao qual corpo e mente são submetidos, mas a forma como lidamos com questões afetivas relacionadas ao dia a dia, bem como a constância desses estímulos, o que impede que haja tempo suficiente para recuperação orgânica e psíquica.

O desafio hoje, portanto, é lidar melhor com a infinidade de agentes causadores de stress que nos aprisionam em suas armadilhas o tempo todo. O stress pode nos fazer adoecer, mas nem todo stress é igual. Um certo nível básico, chamado de stress positivo, é até desejável, porque nos mantém física e mentalmente prontos para agir bem.

“Stress” tem tratamento. A melhor forma para se prevenir é reconhecer a existência do problema, entender as razões e identificar os limites da sua resistência. O ideal é detectar o problema e aprender a lidar com os conflitos sem somatizar.

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